What ever
Lady Java
26/08/10
Paródia da Lady Gaga com Jenny Skavlan produzida pelos organizadores do JavaZone. #curti
Vamos estudar, porra!
25/08/10
O Felipe Neto já conseguiu externar muito do que concordo quanto à Saga Eclipse no cinema. E agora mandou bem vomitando sobre política. Recomendo o vídeo, e antes umas frases pra ir preparando terreno:
A sorte dos governantes é que os homens não pensam.
Adolph Hitler
A política foi primeiro a arte de impedir as pessoas de se intrometerem naquilo que lhes diz respeito. Em época posterior, acrescentaram-lhe a arte de forçar as pessoas a decidir sobre o que não entendem.
Paul Valéry
O grande castigo de quem não gosta de política é ser governado pelos que gostam.
Adriano Ribeiro Machado
O Brasil só vai “funfar” quando EDUCAÇÃO for prioridade não somente para os governantes, mas principalmente para o pai, a mãe, o filho, a filha, todos… quando o povo tiver sede de conhecimento, ninguém vai segurar esse país; NINGUÉM!
Análise feminina sobre crítica masculina ao corpo de Cléo Pires
22/08/10
Quando digo que estou preocupado com essa nova geração cada vez mais colorida não é à toa. Os garotos da minha época “liam” Playboy, os de agora leem Capricho. De fato não se fazem mais homens como antigamente! rs Essa safra que criticou o corpo da Cléo Pires na Playboy veio estragada; só pode! Os homens de hoje parecem não gostar de mulheres de verdade. Vão acabar trocando uma mulher de verdade por uma photoshopada e virtual. É como li outro dia no Twitter: “Antigamente a parada era Sexo, Drogas e Rock ‘n’ Roll. Hoje em dia está mais para Punheta, Smirnoff Ice e Restart“. Vejam o que uma mulher de verdade pensa a respeito dessa “masculinidade” toda no texto a seguir:
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O texto abaixo é de autoria da tradutora e intérprete Sílvia Marques, que se viu indignada com as críticas masculinas feitas ao corpo de Cléo Pires no ensaio da Playboy.
Pedi autorização à ela para reproduzir seu texto aqui por também partilhar da ideia de que a grande maioria dos homens, principalmente os das novas gerações, tem transportado para a vida real o conceito de beleza apresentado no universo photoshopado, siliconado e pornográfico.
A coisa chega a tal ponto que independente do gosto ou favoritismo a um biótipo feminino específico, a beleza natural parece chocar e a beleza fabricada passa a ser a nova natural. Preocupante.
Acompanhem o texto:
O homem brasileiro anda muito boiola. É isso mesmo. Estava lendo os comentários de uns rapazes sobre a Playboy da Cleo Pires e de repente percebi que o homem brasileiro não gosta mais de mulher! As “críticas” se referiam ao fato dela ter os seios pequenos, mamilos escuros, pelos pubianos e, provavelmente, lábios vaginais escuros. Achei bizarro o espanto ao ver essas características em uma mulher morena.
Sinto informá-los, meninos, mas vocês têm atração sexual por travestis!
Sim, o que vocês consideram “mulher bonita” é, na verdade, um protótipo construído em mesa cirúrgica, resultante de procedimentos desenvolvidos para transformar homens em mulheres. Vejo características que muitos têm buscado e percebo que é um biótipo impossível de ser encontrado na natureza, uma überwoman: Cabelos loiros e lisos, traços finos, boca volumosa, pele bronzeada, seios grandes, cintura fina, bunda grande, pernas esguias, mamilos e lábios vaginais rosados, ausência de pelos.
Pois bem, não existe mulher na face da terra que consiga reunir naturalmente todas essas características, porque “isso” é um híbrido de muitos biótipos diferentes, e quem teve a ideia de pinçar o ponto forte de cada tipo físico para construir a supermulher foram sim os travestis (pois é, riam do Ronaldo agora). Mais >
E se os vilões não fossem tão estúpidos?
16/08/10
Os filmes durariam menos de 5 minutos.
E quando os vilões inventam de explanar sobre a engenhosidade de seus planos maléficos? É de matar… rs
Edição super foda do Anderson Gaveta.
A religião me atrapalha
15/08/10
É no domingo que me sinto mais puto com a religião. Com a religiosidade pra ser mais específico. No domingão aclamado como um dia para dedicar a família e aos amigos, portanto, e implicitamente, a Deus, porque quem diz amar a Deus e não ama o seu próximo engana a si mesmo e é um descarado, e se troca um happy hour com a família ou amigos por um entretenimento religioso cujo a taxa mensal suga escandalosos dez porcentos de sua renda, com o motivo certo de aplacar a consciência e sua dívida semanal com os céus, então, está trocando uma relação com Deus por uma relação de cunho consumista com o serviço ou produto religioso.
Demorei pra sacar isso! Por muito tempo, precioso por sinal, me “relacionei” com Deus por meio de práticas, compromissos e ritos que na medida dos anos provaram-se nada mais que um julgo e um fardo muito do sacana. Troquei muitos domingos com minha mãe por domingos com a igreja desempenhando o papel de prestar os serviços tão caros à religião e seus acionistas. A minha mãe, coitada, como era “do mundo”, corrijo, ainda é, não era dígna de passar tempo comigo, um santo em projeção na igreja. Misturar-me com “mundanos”? Só para falar de Jesus e pregar o Evangelho. Coisa que se resumia a exaltar a moral pregada pela igreja e depois explanar os motivos pelos quais o cidadão vítima do meu proselitismo iria para o inferno caso não acatasse minha lógica sagrada.
Canso de ver famílias e amigos deixarem de comungar de verdade uns com os outros porque têm a piedosa obrigação de não faltar os cultos ou missas ou seja lá como chamem os compromissos sagrados. Nada contra as pessoas se lançarem em suas crenças e ofícios religiosos. É um direito que elas têm, para prejuízo delas, tido como dever. Mas, quando isso me atrapalha… aí é canseira! Afinal, também tenho minhas obrigações no domingo. Dormir até tarde, até que o corpo diga: cheeega, tá bom, já tô novinho em folha! Almoçar com tranquilidade com a galera, com a família, com a namorada ou até mesmo sozinho, tranquilo e sossegado, assistindo ou ouvindo alguma coisa. Na hora em que todo mundo está indo para seus entretenimentos mensalmente pagos, eu geralmente vou para meus entretenimentos, digamos pré-pagos: cinema, pizzaria, sorveteria, shopping, etc. Alguma coisa que não arrombe minhas economias e que possa me dar um pouco de cultura, relacionamentos e escape de uma semana cheia de trabalho.
Até aí tudo bem! Uns vão para o culto ou missa, outros para o cinema ou um lanche com os amigos. O problema é quando esses mesmos indivíduos concorrem o horário e a discrepância de obrigações se cruzam. Nessa hora a religião só me fode…









